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Ussene Isse exige maior rigor na gestão de medicamentos em Moçambique

O Ministro da Saúde, Ussene Isse, apelou à adopção de decisões fundamentadas em dados e evidências no que diz respeito à gestão da cadeia de abastecimento de medicamentos, sublinhando que a dependência de métodos improvisados tem comprometido a eficácia do sistema nacional de saúde.

Durante a abertura do II Conselho Nacional de Logística Farmacêutica e Artigos Médicos, realizado hoje na capital, o governante expressou a sua insatisfação face à persistência de modelos de gestão baseados em práticas empíricas. “Actualmente, a gestão é pautada pela improvisação e emoções, e não por evidências, dados e números”, afirmou, defendendo uma abordagem mais rigorosa na planificação e distribuição de medicamentos.

Ussene Isse destacou que a deficiente utilização de dados tem levado à expiração de medicamentos e à má distribuição de produtos, os quais não se ajustam ao perfil epidemiológico do país. “Existem produtos que expiram devido a uma planificação inadequada. Estamos a aceitar doações que não correspondem ao perfil de doenças do nosso país”, apontou, sem revelar números específicos.

O Ministro frisou que a dificuldade encontra-se na aplicação dos instrumentos existentes, e não na sua ausência. “Não é por falta de normas ou instrumentos de gestão. O problema somos nós”, assegurou. O sector da saúde também enfrenta desafios associados à corrupção, à má utilização de recursos e à falta de responsabilização.

“Não haverá mais tolerância ao desperdício, ao roubo e ao laissez-faire”, alertou, defendendo um comando único e uma maior integração entre programas e níveis de gestão no sistema nacional de saúde.

Por sua vez, a representante da Organização Mundial da Saúde em Moçambique, Nelida Cabral, enfatizou a importância da logística farmacêutica para assegurar uma cobertura universal de saúde. Defendeu a necessidade de cadeias de abastecimento integradas, uma melhor coordenação institucional e a aceleração da digitalização dos processos logísticos.

“Sem dados oportunos e fiáveis, a cadeia de abastecimento perde a sua capacidade de resposta e eficiência”, sublinhou, realçando a importância da visibilidade em tempo real da cadeia logística como um factor crucial para minimizar rupturas de stock e desperdícios desnecessários.

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Lillian Morgan

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